Diretora do Isea afirma que morte de bebê e retirada de útero da mãe “poderiam ocorrer em qualquer hospital”

A diretora do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea), Suelen Clementino, afirmou nesta quarta-feira (12) que a morte do bebê Davi Elô e a retirada do útero da mãe, Danielle, são eventos que poderiam ter ocorrido em qualquer hospital. A declaração foi dada durante uma entrevista à Correio FM, de Campina Grande, gerando repercussão e críticas.

A diretora explicou que a ruptura uterina, complicação enfrentada pela paciente, é considerada uma das mais graves na obstetrícia e está documentada na literatura médica como um evento de alto risco tanto para o bebê quanto para a mãe. “Ruptura uterina é uma complicação obstétrica prevista na literatura, gravíssima, geralmente ocorre com aborto materno-fetal. Com a graça de Deus, temos a mãe viva contando a história. Esperamos que todos os fatos sejam apurados, mas poderia ter acontecido em qualquer unidade hospitalar”, destacou Suelen Clementino.

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